Prevenção de afogamentos

De acordo com a OMS, os afogamentos causaram mais de 2,5 milhões de mortes na última

década. Globalmente, as maiores taxas de afogamento ocorrem entre crianças de 1 a 4 anos, seguidas por crianças de 5 a 9 anos.

O afogamento não intencional está entre as principais causas de morte e mortalidade

prematura e é um dos principais contribuintes para a incapacidade de crianças e adolescentes devido a sequelas neurológicas.

No verão, o cuidado deve ser redobrado devido ao aumento do turismo em praias e a busca

por lazer em atividades que envolvem água e piscinas.

Impedir o acesso não supervisionado ao banheiro, pois corresponde a um dos locais de maior ocorrência de acidentes domésticos;

Manter a tampa do vaso sanitário abaixada e, se possível, fechada com trava de assento específico;

Não deixar crianças sozinhas na banheira, piscina ou qualquer reservatório de água nem por um instante. Mesmo um nível baixo de água, pode causar afogamento;

Esvaziar as piscinas portáteis, banheiras e baldes após o uso;

Não deixe atrativos, como brinquedos, próximos ou em reservatórios e recipientes de água.

PREVENÇÃO EM PRAIAS

Pais e filhos devem saber a profundidade da água e a localização dos perigos subaquáticos antes de pular ou mergulhar. Para identificar as correntes de retorno: água marrom (ocasionada pela agitação de areia), água mais escura, pois nesse local está mais fundo, lugares onde as ondas são menos frequentes, local onde existem o encontro de duas ondas, onde as ondas quebram menos, onde tem menos espuma, etc.

Os pais devem selecionar locais com salva-vidas.

Ensine crianças a respeitarem as placas de proibição de praias e piscinas e sempre seguir as orientações do salva-vidas

Considerar o clima, marés, ondas e correntes de água na seleção de um local seguro para natação recreativa.

Sobre este conteúdo

Texto migrado do acervo editorial produzido para as redes do Dr. Walberto. A biblioteca organiza esse material para facilitar a pesquisa das famílias.

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