Oncologia cirúrgica pediátrica

Técnica, planejamento e cuidado integrado em cada etapa.

Na oncologia pediátrica, a cirurgia é parte de um plano construído por diferentes especialistas. O objetivo é cuidar da doença preservando, sempre que possível, o desenvolvimento e a qualidade de vida da criança.

Entender o papel da cirurgia
Dr. Walberto SouzaCuidado multidisciplinarDecisões compartilhadas entre cirurgia, oncologia, radiologia, patologia e outras especialidades.
266operações classificadas em oncologia cirúrgica
351atos cirúrgicos registrados nessa especialidade
2009–2026período do relatório até 13/08/2026

Portfólio desidentificado usado como contexto de experiência; não representa taxa de sucesso.

Ao longo do tratamento

O papel do cirurgião pediátrico vai além de retirar um tumor.

A indicação e o momento de cada procedimento dependem do diagnóstico e do plano definido pela equipe responsável.

01

Obter o diagnóstico

Biópsias e procedimentos planejados para oferecer material adequado à análise, quando indicados pela equipe.

02

Apoiar o tratamento

Implante e retirada de cateteres de longa permanência para etapas do cuidado oncológico.

03

Tratar o tumor

Ressecção completa ou parcial conforme tipo, localização, extensão e estratégia multidisciplinar.

04

Avaliar a extensão

Procedimentos de estadiamento e avaliação de linfonodos quando fazem parte do protocolo indicado.

Decisão compartilhada

Uma equipe olhando para a mesma criança.

Tumores pediátricos têm características próprias. A avaliação conjunta organiza exames, define a sequência do tratamento e ajuda a equilibrar controle da doença, segurança do procedimento e preservação de órgãos e funções.

  • Discussão do caso entre especialistas.
  • Planejamento da biópsia ou ressecção.
  • Integração com quimioterapia e radioterapia quando indicadas.
  • Acompanhamento clínico e cirúrgico após o tratamento.

Frentes de atuação

Grupos de tumores que podem envolver cuidado cirúrgico.

Esta lista apresenta áreas de experiência e não substitui a definição do tratamento para cada diagnóstico.

01Tumores renais
02Tumores adrenais
03Tumores hepáticos e pancreáticos
04Tumores torácicos e pulmonares
05Tumores gonadais e ginecológicos
06Tumores de partes moles

Caminho de cuidado

O plano cirúrgico acompanha o plano oncológico.

01

Compreender o caso

Revisão de imagens, exames e hipótese diagnóstica com a equipe.

02

Definir a estratégia

Biópsia, cirurgia inicial ou procedimento após outra etapa do tratamento.

03

Operar com princípios oncológicos

Abordagem planejada para o tipo e a localização do tumor.

04

Seguir em conjunto

Resultado anatomopatológico, recuperação e próximas decisões da equipe.

Técnica a serviço da estratégia

Cirurgia minimamente invasiva: quando ela é adequada?

Videocirurgia pode ser considerada em procedimentos diagnósticos e terapêuticos selecionados. A menor incisão não é o único critério: segurança, princípios oncológicos, localização do tumor e experiência da equipe orientam a escolha.

A técnica é uma ferramenta — a prioridade é o tratamento apropriado para aquela criança.

Para pais e responsáveis

Perguntas que ajudam a participar das decisões.

01

Qual é o objetivo deste procedimento neste momento?

02

Como a cirurgia se relaciona com as outras etapas do tratamento?

03

Quais são as alternativas, os riscos e o tempo esperado de recuperação?

04

Quais sinais devem motivar contato com a equipe após a alta?

Fontes utilizadas nesta página

Conteúdo conferido com materiais do National Cancer Institute sobre câncer infantil, do guia do NCI sobre cirurgia no câncer e com o acervo clínico-editorial do projeto.

Revisão médica obrigatória antes da publicação definitiva.

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